MTrês Comunicação Visual
Sinalização

Display de PDV: qual tipo escolher

Balcão, totem, display de chão e peça de mesa resolvem problemas diferentes no ponto de venda. Compare por objetivo antes de mandar produzir em Goiânia.

PublicadoLeitura3 minutosPorM3 Comunicação Visual
Display de piso do Banco PAN em formato de cartão gigante azul, montado sobre base circular

Display de piso do Banco PAN em formato de cartão gigante azul, montado sobre base circular

Display de ponto de venda costuma ser pedido pelo formato: "quero um totem", "quero um display de chão". O problema é que formato é consequência, não ponto de partida.

A pergunta que organiza a escolha é outra: o que essa peça precisa fazer com quem passa?

São três trabalhos possíveis, e cada um pede um formato diferente.

Trabalho 1: parar quem está passando

Aqui a peça compete com o movimento do corredor. Precisa ser vista de longe, entendida em dois segundos e ocupar espaço suficiente para interromper o caminho.

Formato que resolve: display de chão, totem alto, peça recortada em tamanho real.

O que importa nesse caso:

  • altura, que é o que dá alcance visual acima das cabeças;
  • uma mensagem só, legível a cinco metros;
  • base pesada o bastante para aguentar esbarrão;
  • silhueta reconhecível, porque contorno chama mais atenção que retângulo.
Display de piso em formato de cartão gigante, montado sobre base circular com rodízios
Peça de chão com silhueta própria: o formato recortado é o que faz parar, antes de qualquer texto.

Trabalho 2: organizar e atender

Aqui a peça não precisa parar ninguém, porque quem chega já parou. Ela precisa receber, dar lugar ao atendimento e sustentar a marca durante a conversa.

Formato que resolve: balcão de PDV, ilha, quiosque, com ou sem testeira suspensa.

O que importa:

  • altura de trabalho confortável para quem atende em pé;
  • superfície útil, para material, tablet ou produto;
  • testeira, que é o que dá o alcance visual que o balcão sozinho não tem;
  • estrutura que aguente uso diário, e não só uma feira de fim de semana.
Balcão de ponto de venda em roxo e branco, com testeira suspensa por hastes
Balcão com testeira: a base atende, a testeira comunica. Uma coisa não substitui a outra.

Trabalho 3: acompanhar o produto

Aqui a peça é pequena e mora junto da mercadoria. Ela não chama de longe: ela informa quem já está com o produto na mão.

Formato que resolve: display de mesa, porta-folheto, expositor de balcão, peça de gôndola, wobbler.

O que importa:

  • não roubar espaço do produto;
  • aguentar ser mexido o dia inteiro;
  • em produção seriada, sair idêntico em todas as unidades da rede.

Comparando por objetivo

Parar quem passaOrganizar o atendimentoAcompanhar o produto
FormatoChão, totem, recortadoBalcão, ilha, quiosqueMesa, gôndola, balcão
Distância de leituraVários metrosPoucos metrosNa mão
PrioridadeSilhueta e alturaErgonomia e estruturaNão atrapalhar o produto
Quantidade típicaPoucas unidadesUma por pontoSérie
Vida útil esperadaCampanhaPermanenteCampanha

O material segue o uso, não o contrário

Peça de campanha que fica três semanas e peça de loja que fica três anos não pedem o mesmo material. Vale dizer o tempo de uso no briefing, porque é isso que define a escolha:

  • PVC expandido para peça leve, recortada, de uso interno;
  • acrílico onde há transparência, brilho ou necessidade de resistência;
  • ACM e composite onde a peça é grande e precisa ficar plana sem ondular;
  • MDF onde há estrutura, apoio e carga.

A impressão UV entra em todos eles, porque cura direto no material, sem adesivo intermediário e sem borda descolando.

O que mandar para orçar

Quanto mais disso vier junto, mais próxima a proposta chega do que você realmente precisa:

  1. Onde a peça vai ficar. Loja, corredor, feira, recepção.
  2. Quanto tempo vai ficar. Uma campanha ou permanente.
  3. Quantas unidades. Uma ou série.
  4. Que altura faz sentido. Se não souber, diga se é para ver de longe ou de perto.
  5. Sua marca em vetor, se tiver. Se não tiver, mande o que houver.
  6. Se a arte vai mudar. Se sim, o projeto já nasce com painel substituível.

Em resumo

Escolha pelo trabalho, não pelo formato. Peça que precisa parar quem passa pede altura e silhueta. Peça que atende pede estrutura e ergonomia. Peça que acompanha o produto pede discrição e repetição.

Errar isso custa caro de um jeito específico: a peça fica bonita, ocupa espaço na loja e não faz o serviço para o qual foi comprada.

Perguntas frequentes

Qual a quantidade mínima?

Produzimos a partir de uma unidade. Peça única e produção seriada têm custos por peça diferentes, porque a preparação do arquivo e do corte se dilui na quantidade.

O display aguenta ficar em corredor de shopping?

Depende da base e do material. Peça alta com base leve tomba com esbarrão. Onde há circulação intensa, a base precisa ser dimensionada para isso, e às vezes vale peça mais baixa e mais larga.

Dá para trocar só a arte e reaproveitar a estrutura?

Em muitos casos sim, e é o que faz sentido para campanha que muda. A estrutura fica, e o painel impresso é substituído. Vale dizer isso no briefing, porque muda o projeto desde o começo.

Vocês entregam montado?

Montamos e entregamos. A peça chega pronta, sem etapa de montagem por sua conta.

Prova real

Executado pela M3

Obras entregues em que o assunto deste conteúdo aparece na prática.

Display de piso do Banco PAN em formato de cartão gigante azul, montado sobre base circular com rodízios
01

Banco PAN

Display de piso em grande formato

PDV · Ativação

Balcão de ponto de venda da The Fiber em roxo e branco, com testeira suspensa por hastes
02

The Fiber

Balcão de PDV com testeira suspensa

PDV · Telecom

Fileira de displays recortados da TXC com a águia mascote, alinhados sobre a mesa de produção
03

TXC

Displays recortados em produção seriada

PDV · Moda

01 / 3
Próximo passo

Tem um projetoem mente?

Converse com a M3 e solicite seu orçamento. Mande uma foto do ponto ou o arquivo da sua marca que respondemos com uma direção técnica.

Solicitar orçamento
Orçamento